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Fica a dica para os educadores que primam por uma educação de excelência: “Out of Our Minds”: “Aprender a ser Criativo”… Vale a pena conferir…

Out of Our Minds: aprender a ser criativo

Ken Robinson escreve brilhantemente sobre as diferentes maneiras em que a criatividade está desvalorizada e ignorada na cultura ocidental e, especialmente, em nossos sistemas educacionais. Se alguma vez houve um momento em que a criatividade era necessária para a sobrevivência e crescimento de qualquer organização, é agora.

Este livro, mais do que qualquer outro, fornece importantes insights sobre como os educadores e líderes podem evocar e manter os sucos criativos.

 
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Publicado por em 08/07/2012 em Interessante, Livros

 

Consultor de governos europeus, o professor inglês diz que o sistema educacional inibe as habilidades pessoais…

Consultor de governos europeus, o professor inglês diz que o sistema educacional inibe as habilidades pessoais…

http://www.istoe.com.br/assuntos/entrevista/detalhe/81169_A+ESCOLA+MATA+A+CRIATIVIDADE

KEN ROBINSON

“A escola mata a criatividade”

Consultor de governos europeus, o professor inglês diz que o sistema educacional inibe as habilidades pessoais. E que nem todos precisam ir à universidade

Patrícia Diguê

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GURU
Ele elaborou para o ex-primeiro-ministro inglês Tony Blair
relatórios de estratégias sobre criatividade e educação

O mundo se divide em duas categorias de pessoas: aquelas que dividem o mundo em duas categorias e aquelas que não.” Arrancando gargalhadas do público de suas conferências, o especialista em educação e criatividade britânico Ken Robinson, 50 anos, questiona por que a maioria das pessoas passa a vida odiando o que faz, “apenas esperando pelo final de semana”, enquanto outras conseguem descobrir seu “elemento-chave”, termo criado por ele que significa a junção do que se faz bem com o que se ama fazer. Robinson conclama o mundo para uma revolução na educação, criando nas escolas um ambiente propício para que os talentos floresçam. Em sua opinião, aquele que não está preparado para errar jamais fará algo de original.

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“A maioria das pessoas leva a vida sem nenhum prazer no que faz.
Apenas toca a vida, esperando pelo sábado e o domingo”

“O atual sistema educacional mata a criatividade”, afirma. “As escolas estão obcecadas em colocar os alunos na universidade”, diz. Professor emérito da Universidade de Warwick, na Inglaterra, Robinson foi consultor de governos europeus, asiáticos e americano. Na Grã-Bretanha, elaborou para o primeiro-ministro Tony Blair (1997-2007) relatórios de estratégias sobre criatividade, cultura e educação e participou do processo de paz da Irlanda do Norte nos anos 90. Alcançou o grande público com seus livros, que defendem a bandeira do talento e da criatividade. Ele já publicou três best sellers traduzidos para mais de 15 idiomas, mas apenas o terceiro, o recém-lançado “O Elemento-Chave” (Ediouro), está disponível para os brasileiros. Sua popularidade aumentou ainda mais depois que suas conferências foram colocadas no prestigioso site TED, palco de palestras de grandes lideranças mundiais.

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“As crianças vivem em um mundo digitalizado e nossa educação é do século passado.
Falhamos em conectar os estudantes aos seus talentos”

ISTOÉ -O que significa elemento-chave?

KEN ROBINSON –

É o que uma pessoa faz naturalmente bem, se divertindo e se sentindo confortável. Pode ser qualquer coisa, como tocar guitarra ou ser bom em matemática. Mas encontrar seu elemento-chave não é somente fazer algo muito bem, porque há muitas pessoas que são boas no que fazem. É também amar o que se faz. Se você gosta daquilo que faz bem, efetivamente está em seu elemento.  Mas a maioria das pessoas não tem esse sentimento quando pensa no trabalho delas. Elas levam a vida sem nenhum prazer no que fazem. Frequentemente, não estão fazendo a coisa certa – e não sabem qual é a coisa certa. Então apenas tocam a vida, sem nenhum sentido.

ISTOÉ -Como fazer, então, para identificar o que você gosta realmente de fazer?

KEN ROBINSON –

Uma das formas de perceber se você está em seu elemento é analisar, por exemplo, seu senso de tempo. Se você faz alguma coisa de que gosta, uma hora pode passar em cinco minutos. E o contrário também é verdadeiro. Se você faz alguma coisa de que não gosta, cinco minutos se tornam uma hora e você passa a semana apenas esperando pelo sábado e o domingo. Além disso, se a pessoa faz o que gosta, no fim de semana se sente fisicamente cansado, mas não espiritualmente. Se perguntar por que essas pessoas não fariam outra coisa, não vão nem entender o que você quer dizer, vão dizer que o que elas fazem na vida é o que amam fazer, não se imaginam fazendo outra coisa e não querem mudar.

ISTOÉ -Mas há algum tipo de passo a passo?

KEN ROBINSON –

A primeira lição é acreditar que todos nós temos talentos naturais e habilidades reais. Mais do que isso, temos o direito de descobrir e explorar isso. É preciso ter fé em nós mesmos. Uma recomendação é a pessoa gastar um tempo consigo mesma, para pensar o que ela realmente gosta de fazer e o que teria prazer de fazer para a vida toda. Depois que descobrir, é preciso estar disposta a arriscar, aproveitar e explorar essas oportunidades e talentos, tentando várias coisas diferentes, se deixando sentir tolo às vezes, sabendo lidar com críticas e enfrentando os próprios medos.

ISTOÉ -Existe uma idade certa para isso?

KEN ROBINSON –

A pessoa pode descobrir seu talento em qualquer idade. Conheço pessoas que encontraram seu elemento-chave quando já não eram mais jovens. Semanas atrás, por exemplo, estava conversando com uma senhora de 50 anos que disse que achava que era muito tarde para ela, pois sua grande vontade era dançar balé. Eu disse que provavelmente era realmente tarde para ela ser a dançarina principal do Ballet Bolshoi e perguntei qual era o aspecto do balé de que ela gostava, porque se tivesse a ver com ser capaz de mover o corpo com a música, então por que não experimentava outros tipos de dança? Há muitos outros tipos de dança que ela poderia experimentar. Outro exemplo é uma tataravó que conheço que resolveu estudar direito e acabou de terminar o curso. Antes, ela não podia, estava criando uma família.

ISTOÉ -Garimpar seus talentos e habilidades é uma questão de sorte?

KEN ROBINSON –

Geralmente, quem está em seu elemento diz isso: que teve muita sorte. Mas esses “sortudos” tiveram atitudes diferentes na vida, em comparação aos insatisfeitos. Claro que os primeiros tiveram oportunidades e circunstâncias para tirar proveito, mas ainda assim correram riscos e desejaram tentar algo diferente. Estiveram abertos às oportunidades e enfrentaram a forte oposição de parentes e amigos, que achavam que o que eles faziam não era ­usual. Souberam lidar com as críticas.

ISTOÉ -As pessoas podem ter mais de um talento?

KEN ROBINSON –

Sim, se elas se sentem igualmente propensas a fazer coisas diferentes, não há regras para isso. Além do que, o elemento-chave pode mudar de tempos em tempos: num momento nos sentimos bons em algo e depois em outra coisa. Isso tudo tem a ver com energia, nossas vidas não passam de energia. Precisamos conectar nossas energias às nossas paixões e fazer coisas que tenham significado e propósito. Isso não é novo, é encontrado fortemente em diversas tradições que respeitam a parte espiritual e a energia.

ISTOÉ -Por que a maioria das pessoas acha que não tem talento?

KEN ROBINSON –

A principal causa é a educação. Nosso sistema de educação formal tem 200 anos e durante esse tempo falhamos em conectar os estudantes aos seus talentos. A escola mata a criatividade. Fazemos um uso pobre dos nossos talentos. O sistema é obcecado com as habilidades acadêmicas, em levar os alunos para a faculdade. Nem todo mundo precisa ir para a universidade, nem todo mundo precisa ir na mesma época da vida. Conversei com um rapaz que é bombeiro e ele disse que sempre quis ser bombeiro, desde criança, mas não era levado a sério porque costumam achar que todo garoto sonha em ser bombeiro. E ele ouvia de um professor que iria desperdiçar seu talento. Mais tarde, ele salvou a vida deste professor. Ou seja, as comunidades dependem da diversidade de talentos, não de uma só concepção.

ISTOÉ -O que há de errado com nosso sistema educacional?

KEN ROBINSON –

Somos formados por um sistema educacional fast-food, em que tudo é padronizado, industrializado. Temos de mudar isso para uma educação manufaturada, orgânica. E aprender que o florescimento humano não é um processo linear e mecânico, mas orgânico. A educação precisa ser customizada para diferentes circunstâncias e personalizada. É preciso criar um sistema em que as pessoas busquem suas próprias respostas.

ISTOÉ -O sr. pode dar algum exemplo concreto?

KEN ROBINSON –

As escolas gastam muito tempo com matemática, por exemplo, mas há muito pouco de arte, que, para mim, é fundamental em nossas vidas. As artes visuais e a dança são expressões dos sentimentos humanos, da nossa cultura, mas nas escolas são deixadas de lado, ou pior, até ignoradas. As escolas são obcecadas com um tipo específico de talento e acabam ignorando os outros. Desde a minha juventude, estive cercado de pessoas que me pareciam extremamente talentosas, divertidas e interessantes, mas que estavam profundamente frustradas e pensavam que não tinham nenhum talento, não acreditavam que poderiam conquistar algum respeito. Ao mesmo tempo, também conheci outras que alcançaram muitas coisas. Sempre achei que a educação era a solução para isso.

ISTOÉ -Como é possível mudar essa situação?

KEN ROBINSON –

É preciso tornar a educação mais pessoal, em vez de linear. A vida não é linear. Embora isso seja difícil, não há outra alternativa. Se quisermos encorajar as pessoas a pensar, temos que encorajá-las a ser aventureiras e a não ter medo de cometer erros. Ao longo da vida, os indivíduos vão se tornando mais conscientes e constrangidos e ficam com medo de cometer erros, porque passam por situações em que dão respostas erradas, se sentem estúpidos e não gostam deste sentimento. É preciso criar uma atmosfera, tanto na escola quanto no trabalho, em que não há problema em estar errado.

ISTOÉ -O sr. é a favor de uma grande reforma escolar?

KEN ROBINSON –

Muitos sistemas educacionais pelo mundo estão sendo reformados. Mas reformar é inútil agora. Precisamos de uma revolução na educação, transformá-la em outra coisa. Inovar é difícil porque é preciso lidar com coisas não óbvias, fora do senso comum. As crianças hoje, por exemplo, vivem em um mundo digitalizado, enquanto nossa educação é do século passado. Eu sei que é um trabalho árduo, que implica um grande esforço para ser revertido, mas no mundo inteiro há países que estão tentando consertar isso com seriedade. Os pais também têm seu papel e eles devem começar por dar o exemplo, ou seja, eles próprios aprendendo mais sobre seus talentos.

ISTOÉ -É possível recuperar a criatividade depois de ser educado dessa forma impessoal?

KEN ROBINSON –

Sim. Primeiro você precisa entender o que é criatividade. As pessoas pensam que ser criativo é fazer coisas especiais e que poucas pessoas são especiais. Ou, então, que pessoas criativas são aquelas com espírito mais livre e um pou­co loucas. Mas para ser criativo basta que você esteja executando qualquer coisa, ninguém é criativo na esfera abstrata. E isso pode ser resgatado em qualquer momento da vida.

ISTOÉ -Para desenvolver os talentos é imprescindível um mentor?

KEN ROBINSON –

Ter um mentor é sempre útil, alguém que o encoraje e veja talentos que nem mesmo você sabe que tem. Pode ser os pais, um amigo, vizinho, parente. Ter alguém que o encoraje pode fazer toda a diferença.

ISTOÉ -Como o sr. educou seus filhos?

KEN ROBINSON –

Sempre tentei encorajá-los nas coisas em que eles demonstravam interesse. Minha filha é professora de crianças em Los Angeles e meu filho é ator e agora está tentando se tornar escritor. No final das contas, você não pode viver a vida deles por eles, mas apenas estimulá-los a aproveitar as oportunidades.

 
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Publicado por em 08/07/2012 em Interessante, Livros

 

Conheça uma autoridade em educação!!!

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Ken Robinson

Sir Ken Robinson é aclamado mundialmente como especialista em educação, criatividade, inovação e recursos humanos. Trabalhou com governos de vários países da Europa, da Ásia e da América, com agências internacionais e com as mais prestigiadas organizações de cariz cultural.
Em 1998, liderou uma comissão encarregue de analisar a criatividade, educação e economia para o governo britânico. O relatório –All Our Futures: Creativity, Culture and Education, também conhecido como The Robinson Report – foi publicado em 1999 e imediatamente aclamado.
Foi figura central no que respeita à criação de uma estratégia para o desenvolvimento criativo e económico no âmbito do Processo de Paz da Irlanda do Norte. Foi um dos quatro conselheiros internacionais do governo de Singapura quando este planeou tornar-se o centro criativo do Sudeste Asiático.
Durante doze anos foi professor na área da educação na Universidade de Warnick, no Reino Unido, tendo-se tornado Professor Emeritus. Recebeu cargos honorários em várias outras instituições: Open University and the Central School of Speech and Drama; Birmingham City University, Rhode Island School of Design, Ringling College of Art and Design e Liverpool Institute for Performing Arts.
Recebeu ainda a Peabody Medal pelo contributo no âmbito da arte e da cultura nos Estados Unidos e a Benjamin Franklin Medal of the Royal Society of Artspelo contributo para as relações culturais entre o Reino Unido e os Estados Unidos.
Em 2005 foi distinguido pelos órgãos de comunicação TimeFortune e CNNcomo uma das Principal Voices. Em 2003 havia sido nomeado Cavaleiro pela Rainha Isabel II pelos seus serviços em prol das artes.
Costuma falar para audiências de todo o mundo (sendo de assinalar a sua presença nas Conferências TED de 2006 e 2010) sobre os desafios criativos que a educação e o mundo dos negócios enfrentam nas economias atuais.
Sir Ken nasceu em Liverpool e tem seis irmãos. É casado, tem dois filhos e vive em Los Angeles.

Site do autor:
www.sirkenrobinson.com

 
 

Oito Normas da Geração Internet

Saiba quais são as 8 Normas da Geração Internet. A seguir são elas:

1. Liberdade

Usa a tecnologia para fugir das restrições tradicionais do escritório e integrar a vida profissional à vida doméstica e social. Busca pelo próprio caminho e expressão.

2. Customização

Cria e produz conteúdo on-line adequado a suas necessidades. Aboli padrões.

3. Senso investigativo

Tem consciência de seu poder de mercado.

4. Primam pela integridade

Atribui juízo crítico a uma informação para poder validá-la.

5. Lazer e trabalho andam juntos

Diversão no trabalho, na educação e na vida social.

6. Geração colaboração e relacionamento

Conexão constante e diária em redes de influências,  discutindo marcas, empresas, produtos e serviços.

7. A Geração Internet precisa de velocidade

Num mundo no qual a velocidade se caracteriza o fluxo de informações entre vastas redes de pessoas, a comunicação com amigos, colegas e superiores acontece mais rápido que nunca. Uma mensagem instantânea deve gerar uma resposta instantânea!

8. É inovadora

Procura empresas inovadoras para  trabalhar . Busca novas maneiras de colaborar, se divertir, aprender e trabalhar.

Fonte: 

Hora da Geração Digital, A – Don Tapscott


 
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Publicado por em 06/07/2012 em Interessante, Livros

 

Lazer e Mídia no Cotidiano da Geração digital

Lazer e Mídia no Cotidiano da Geração digital

A mente da Geração Internet parece ser incrivelmente flexível, adaptável e hábil em várias mídias. (TAPSCOTT, 2010)

 

 

 
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Publicado por em 06/07/2012 em Interessante, Livros

 

Mapa Mental das Gerações

A sociedade foi afetada por um impacto sem precedentes com a chegada  da Web 2.0. Os jovens estão começando a transformar todas as instituições da vida moderna. Desde o local de trabalho até o mercado, passando pela política, pela educação, até a unidade básica de qualquer sociedade – a família -, estão substituindo uma cultura de controle por uma de capacitação. O mercado de trabalho foi quem entendeu a nova dinâmica imposta pelos criados e nascidos no ambiente digital e recebeu de braços abertos empresas bilionárias criadas a partir da cultura da capacitação como Google, YouTube e o Facebook. Até mesmo, as empresas, futuras empregadoras, também começaram um movimento no sentido de entender, atrair e reter esses jovens talentos.

Entretanto, a educação parece ainda resistir a esse processo irreversível. Os educadores muitas vezes reclamam que os alunos não se interessam e não estão preparados para aprender. É preciso encontrar uma explicação melhor do que simplesmente culpar os alunos. Uma das raízes desse problema está em uma educação moldada no século XIX. Sendo assim, é necessário se abrir para as novas tecnologias e novas formas de pluralidade.

Fonte:

“Inovação e Métodos de Ensino para Nativos Digitais” é uma obra assinada por doze professores com larga experiência na área da Educação.

 

ESAMC é reconhecido no país como centro de excelência do ensino superior.

 

Este livro aborda os desafios enfrentados por docentes do século XXI que têm de adaptar o processo educativo, com o acúmulo de informação e a velocidade da tecnologia.
“Inovação e Métodos de Ensino para Nativos Digitais” possui uma linguagem simples e trata de conhecer melhor a geração Y.

Vale a pena conferir!

 

 
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Publicado por em 06/07/2012 em Interessante, Livros

 

Entenda o Cérebro

Muito interessante o livro “Brain Rules” escrito pelo professor e neurologista, John Medina. Este livro trata sobre dados científicos que fundamentam cada uma das regras de funcionamento do cérebro, orientando como usá-las no dia a dia.

Uma das frases que se destaca neste livro é:

Se, você trabalha com educação, precisa saber como funciona o cérebro…

A seguir as doze regras que são abordadas no livro

  • Regra 1: O exercício aumenta o poder cerebral
  • Regra 2: O cérebro também evolui
  • Regra 3: Cada cérebro é diferente
  • Regra 4: Não prestamos atenção a coisas chatas
  • Regra 5: Repetir para lembrar
  • Regra 6: Lembrar para repetir
  • Regra 7: Dormir bem, pensar bem
  • Regra 8: Cérebros estressados não aprendem tão bem
  • Regra 9: Estimular mais os sentidos ao mesmo tempo
  • Regra 10 : A visão sobrepõe-se a todos os sentidos
  • Regra 11: O cérebro masculino é diferente do feminino
  • Regra 12: Somos exploradores por natureza

Segue abaixo o mapa mental sobre “Brain Rules”:

 
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Publicado por em 05/07/2012 em Interessante, Livros