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Arquivos mensais: Julho 2012

Games… também são ferramentas de ensino!!!

Já não é mais novidade que os games podem atuar como ferramentas de ensino. Porém, cabe ao educador saber como aplicá-los de forma pedagógica. Com o software Kodu vocês podem criar seus próprios jogos de acordo com as necessidades de sua disciplina! Conheçam! 🙂

http://www.pil-network.com/Resources/Tools/Details/ca1b56f2-9382-4d0e-bc9c-ffa54632ba6f#pt

 
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Publicado por em 31/07/2012 em Interessante

 

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Hipertextos e Tecnologias na Educação

Tanto a Apple quanto o Google possuem séries de aplicativos para tablets e smartphones voltados especificamente para a Educação. Vale a pena acessar o catálogo de ambos:

No Google – http://www.google.com/a/help/intl/pt-BR/edu/
Na Apple – http://www.apple.com/br/education/apps/

 
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Publicado por em 26/07/2012 em Interessante

 

Educação on-line para os baby boomers

Um empresário do Vale do Silício e a UCLA (Universidade da Califórnia) estão realizando um projeto com o intuito de levar formação profissional para os baby boomers que procuram melhorar as suas competências . A Empowered Careers abriu, na semana passada, inscrições para 10 programas de certificação que serão dados via iPads, num mix de softwares específicos e serviços on-line. Os primeiros cursos são da área de advocacia, saúde, novas mídias e marketing, todos com conhecimentos tidos como necessários para o crescimentos em cada uma das carreiras. Segundo o artigo, o desafio desse esforço que as universidades (como o edX e oCoursera) estão fazendo para criar empreendimentos on-line passa por compreender como os alunos aprendem por meio dessas ferramentas e como elas podem ser eficazes.

do Wall Street Journal

 
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Publicado por em 26/07/2012 em Interessante

 

O professor caiu na rede, e agora?

O professor caiu na rede, e agora?

http://professordigital.wordpress.com/2012/07/01/o-professor-caiu-na-rede-e-agora/

 

Enquanto alguns professores ainda resistem bravamente em manter sua aversão aos computadores e à internet e insistem na interação tradicional professor-aluno, outros já começam a experimentar a relação extra-classe virtual por meio das redes sociais on-line.

Em um primeiro momento o professor “perdeu o medo do computador” e passou a utilizá-lo para si mesmo de várias maneiras. Depois, seduzido pelas possibilidades de uso da rede (internet) e, principalmente, das mídias sociais interativas, como Facebook, Flickr, MySpace, YouTube, Twitter e Orkut, lançou-se de vez na rede. E agora? Como enfrentar as vantagens e desvantagens da super-exposição no mundo virtual?

Embora esse tema não seja ainda muito frequente no Brasil quando se fala da relação entre o professor e as novas tecnologias, os riscos da super-exposição de professores e alunos nas redes sociais já vem sendo debatidos há cerca de meia década nos Estados Unidos e na Inglaterra, onde as TICs já vem sendo utilizadas pelas escolas e pelos professores há mais tempo que aqui.

No início de 2012 o Departamento de Educação da cidade de Nova Iorque publicou o seu “Guia para o uso das Mídias Sociais” (NYC Department of Education Social Media Guidelines, disponível para baixar no final desse artigo), onde restringe de forma bastante radical a interação professor-aluno nos ambientes virtuais. Na inglaterra, no Condado de Kent, chegou-se a proibir os professores de possuírem um perfil no Facebook.

Seria preocupação excessiva? Fobia do mundo virtual? Ou há mesmo um risco real no uso das mídias sociais interativas que justifique esse “medo”?

No presente artigo vamos discutir esse tema e apresentar sugestões sobre os cuidados que o professor deve tomar ao utilizar-se das redes sociais, quer seja para si mesmo, quer seja para fins educacionais. Evidentemente muito do que será sugerido aqui vale também para outras categorias profissionais e, de forma ainda mais geral, para todos os usuários da internet.

Tô na rede, e agora?

Para quem chega à internet pela primeira vez, tudo parece como um infinito e complicado mundo de cliques, botões, links, e “programinhas”. Mas, passada a fase de “susto” inicial, rapidamente todos pegamos o gosto pela navegação e nos deslumbramos com as possibilidades de interação.

Para o professor que sempre teve dificuldade de conversar com seus alunos na própria sala de aula (por excesso de alunos, falta de tempo e uma extensa “programação curricular”), descobrir que uma mensagem sua publicada no Facebook pode ser rapidamente comentada por aquele aluno que nunca falou com ele na sala de aula, pode agora parecer uma revolução.

A rede atrai alunos, professores e todos nós por várias razões. Uma delas, com certeza, é a ampliação do universo de relacionamentos. Na rede fazemos muitos novos amigos, conhecemos pessoas interessantes, passamos a ter acesso à textos, vídeos, imagens e notícias que não tínhamos antes. A rede nos dá a possibilidade de acessarmos muitas fontes e, principalmente, nos permite “falarmos para muitos”.

Na rede não há distâncias, o tempo deixa de ser linear e a virtualização aparente das relações interpessoais nos dá uma falsa impressão de segurança e distanciamento. Vários estudos publicados sobre esse tema (inclusive um estudo interessante publicado em uma dissertação de mestrado em antropologia social defendida na Unicamp em 2008) já mostraram que essas características da rede nos tornam desinibidos e, em certas circunstâncias isso pode ser benéfico, mas, em outras, pode nos causar sérios problemas.

“Estar na rede” significa, basicamente, três coisas:

  1. Ter acesso a uma infinidade de fontes de informação sobre todo tipo de tema e em diversas formas de mídia;
  2. Ter a possibilidade de estabelecer inúmeros novos relacionamentos e construir novos círculos de amizades e interesses e;
  3. Expor-se para uma infinidade de pessoas desconhecidas com as quais se pode interagir de diferentes formas.

Se, por um lado, a rede é rica em novas possibilidades, por outro, nem todas essas possibilidades serão interessantes, importantes ou positivas.

Na rede fazemos novos amigos, mas também podemos fazer novos inimigos. A rede nos fornece todo tipo de informação e algumas delas são péssimas, quer porque sejam falsas ou falsificadas, quer porque sejam ilícitas ou, simplesmente, porque são inúteis. Na verdade apenas um número infinitamente pequeno de informações disponíveis na rede serão úteis para cada um de nós.

Da mesma forma como se pode encontrar qualquer coisa na rede, uma vez que você esteja nela você também passa a ser “encontrável”. Não apenas o seu endereço, nome, documentos, telefone, fotos e vídeos passam a estar disponíveis para todo o mundo como também todas as suas “interações na rede”. Quando se está na rede, parte significativa de sua vida fica lá registrada por meio de fragmentos cuja leitura nem sempre será favorável à imagem pública que você gostaria de ter.

Estar na rede é deixar de ser privado e passar a ser público. E essa super-exposição é um dos grandes fatores de risco do uso da internet e, em particular, das redes sociais.

Na verdade, mesmo que você nunca tenha participado diretamente das redes sociais, uma busca com seu nome e mais alguns dados agregados (como o nome da sua escola, da sua empresa ou o número do seu RG) podem já possuir muitos links que, reunidos, contam um pouco da sua história. Já experimentou fazer essa pesquisa?

Se você está na rede hoje, esteja consciente de que a rede é “quase-eterna” e continuará a existir depois que você se for. O que você publicar hoje ficará guardado “na nuvem” e estará acessível na rede até muito depois de seus bisnetos terem falecido. Sua história na rede nunca será apagada.

Professores, em especial, tem mais problemas em gerenciar esse complexo novo mundo virtual  interativo do que pessoas que não lidam diretamente com muitas outras pessoas (especialmente menores de idade) e que não têm um policiamento ético-moral tão intenso sobre si.

Professores ainda são vistos pela sociedade como “exemplos ético-morais”. Não se espera encontrar uma fotografia no Facebook de um professor bêbado em uma balada, segurando uma garrafa de bebida e uma das mãos, de camisa aberta e cambaleante. Ainda que isso não o torne um “mau profissional” e não signifique que no outro dia ele tenha chegado bêbado na escola para lecionar, uma cena como essa choca os pais e a sociedade em geral e pode virar motivo de bulling por parte dos alunos.

Além disso, quando expostos às redes sociais, os professores não podem vivenciar os mesmos conflitos que vivenciam em sala de aula, pois embora na sala de aula real os ânimos se acalmem após alguns minutos, na rede todos os conflitos onde ele se envolver serão expostos ao mundo inteiro e ficarão lá, expostos, pelo resto de sua vida.

Como reduzir essa possibilidade de “prejuízo da imagem pública” na rede? A resposta não é simples, mas tentaremos dar algumas sugestões separadas em três grupos: sugestões válidas para todos, as especialmente importantes para a Instituição Escola e, finalmente, aquelas importantes para o professor em particular.

10 cuidados que todos devem ter na rede

Sua imagem pública na rede é seu patrimônio mais valioso. Para construí-la pode ser necessário anos, mas para destruí-la basta um “momento de bobeira”. Ao contrário do “mundo real”, onde nossas ações geralmente são percebidas por poucas pessoas, no mundo virtual nossas ações são globais e perduram “para sempre”.

A lista de cuidados que todos deveríamos ter o tempo todo é bastante extensa, mas vamos tentar resumir a 10 pontos principais. Você pode fazer um exercício de reflexão e aumentar essa lista até que ela lhe pareça um bom “guia de comportamento na rede”.

  1. Evite, sempre que possível, fornecer informações pessoais que representem risco para sua segurança, tais como: situação financeira, dados bancários, informações de contato, documentos e números de cartão de crédito, informações familiares ou de amigos. Em muitas circunstâncias esses dados lhes serão solicitados e não há nenhuma garantia real de que esses dados serão mantidos em sigilo;
  2. Não exponha sua vida pessoal na rede. A vida é dinâmica, mutável. Os relacionamentos se constroem e se desfazem. Amores e empregos vão e vêm. Mas a internet manterá sempre uma memória de tudo o que você tiver exposto nela. É inútil imaginar que poderemos “apagar nossa história na internet”, por isso é importante que sua história na rede não tenha “momentos que deveriam ser apagados”;
  3. Não exponha a vida pessoal de outras pessoas na rede. Além de que isso é ilegal e poderá lhe render processos judiciais, ao expor outras pessoas na rede você cria riscos reais para essas pessoas. Comentários, fofocas, críticas e detalhes pessoais podem constrangir as pessoas e, quando feitos publicamente, podem caracterizar-se como crimes previstos em lei;
  4. Nunca acredite que na rede existam conversas pessoais, grupos fechados e ocultos, sites protegidos, relações de confiança ou sigilo de informações. Tudo que existe ou vier a existir sobre você na internet poderá ser acessado: suas conversas em chats, MSN, grupos de discussão, comunidades virtuais, redes sociais, etc. Tudo na internet é ou poderá vir a ser público;
  5. Nunca escreva nada que você não tenha certeza de que possa ser lido por qualquer um, em qualquer lugar e circunstância, sem que haja nenhum tipo de comprometimento pessoal seu. Mesmo assim você correrá sempre o risco de ser mal interpretado, interpretado fora do contexto em que escreveu, citado em outro local ou contexto, citado por pessoas que não conhece ou, ainda, poderá ser comentado, criticado e esculachado por qualquer um. Na internet você não escreve para uma pessoa ou grupo, você escreve para o mundo;
  6. Nunca publique imagens ou vídeos seus que possam denegrir sua imagem em alguma circunstância presente ou futura. Por exemplo, sua foto com ares de embriagues em uma festa poderá ser acessada pelo recrutador que vai decidir se lhe dará ou não um emprego daqui há cinco anos. Sua tórrida declaração de amor feita para sua paixão atual pode não soar nada bem para uma possível nova paixão surgida daqui a 10 anos.
  7. Evite, sempre que possível, entrar em discussões agressivas. Meça suas palavras e sempre tenha certeza de que a opinião que está expressando não extrapola os limites da lei e do bom senso. Alguns termos e expressões podem ofender não apenas o seu interlocutor na discussão, mas todo um grupo de pessoas que sequer estão participando da sua discussão, mas que poderão ser atingidas por seus comentários. Nunca responda a uma provocação no mesmo dia, dê um tempo até ficar mais calmo e então procure dar uma resposta ponderada ou simplesmente ignore a provocação;
  8. Antes de participar de um grupo de discussão, de uma comunidade virtual ou mesmo de um evento, procure conhecer o grupo, seus ideais e propósitos. Procure ser sempre construtivo e nunca “trollar” em um grupo. Lembre-se de que a memória da internet é eterna e que sua “trollagem” ficará associada a você até muito depois de você ter se arrependido dela;
  9. Não cometa cyberbulling. Não se iluda com a sensação de impunidade e de apoio por parte de um grupo. Cyberbulling é crime já tipificado em lei e não existe anonimato na internet para que você possa se esconder. Apelidos e avatares estão sempre associados à sua identificação real e, ao contrário das situações “presenciais”, onde as vezes se pode “ocultar as responsabilidades”, na internet todos as suas pegadas são registradas e o caminho que leva até você sempre pode ser refeito;
  10. Não desrespeite direitos autorais. Não publique textos, vídeos ou imagens que possuam restrições de direitos autorais. Se não tiver certeza de que pode publicar, não publique. Não distribua softwares, livros digitais, músicas, filmes ou qualquer outro material “pirata”. Isso é crime (mesmo quando compartilhado com apenas uma outra pessoa ou quando feito por meio de programas de troca direta de arquivos).

10 cuidados que a escola deve ter na rede

A Escola, como entidade jurídica que é, não publica nada e não participa da rede, senão pelas pessoas que o fazem em seu nome. Portanto, a primeira coisa a saber e lembrar é que toda publicação ou interação feita em nome da escola, em razão da escola ou com relação à escola, será uma publicação em que o autor, pessoa física, está assumindo a responsabilidade legal por uma entidade jurídica e poderá ser responsabilizado legalmente pelos efeitos dessa publicação.

A lista abaixo não inclui todos os cuidados possíveis, mas procura apontar alguns cuidados que os representantes da escola devem ter em vista.

  1. A escola é uma pessoa jurídica e não uma pessoa física. Cabe à direção da escola assumir a respossabilidade pela exposição pública da mesma, quer por meio de blogs, sites, comunidades virtuais ou redes sociais. Não cabe a professores e alunos criarem blogs, comunidades virtuais ou redes sociais em nome da escola, a menos que isso seja solicitado ou autorizado pelos responsáveis legais da escola;
  2. A escola não deve expor imagens, filmes ou dados pessoais de alunos para fins não pedagógicos e deve ter sempre a permissão de publicação, por escrito, dos responsáveis pelos alunos expostos. Da mesma forma, a escola deve regular e fiscalizar os espaços interativos onde ela permita que alunos e professores publiquem quaisquer materiais;
  3. A escola não deve expor na rede situações constragedoras para alunos e professores. Questões disciplinares, sanções e assuntos particulares (com alunos e professores) não devem ser expostos publicamente na rede;
  4. A escola deve ter uma política de uso geral e pedagógico da rede e das mídias sociais estabelecida em seu Plano Político Pedagógico;
  5. O regimento escolar, no âmbito da escola, e o contrato pedagógico entre alunos e professores, no âmbito da gestão de sala de aula, devem prever direitos, deveres, responsabilidades e sanções de professores e alunos com relação ao acessso, uso e abuso da rede e de seus meios de acesso no espaço escolar, físico ou virtual;
  6. A escola não pode exigir de alunos e professores ações, atividades ou interações pela rede sem dar garantias efetivas de acesso à rede e aos recursos necessários para que essas ações, atividades e interações possam ocorrer;
  7. A escola não pode cobrar, repassar custos ou quaisquer despesas para os alunos ou professores referentes ao uso da rede ou de recursos disponibilizados nela (salvo os casos de escolas particulares onde esses custos estejam previstos no contrato de matrícula);
  8. Quando uma escola se utiliza da rede de forma institucional ela deve entender que esse uso fica sujeito às mesmas condições, regras, leis e garantias que valem dentro de seu espaço físico real, garantindo assim a segurança dos dados dos alunos e não expondo-os à risco na rede;
  9. A escola que se expõe na rede deve zelar para manter sua boa imagem, bem como de seus alunos e professores, cabendo aqui, guardadas as devidas proporções, os mesmos cuidados sugeridos às pessoas físicas listados no item “10 cuidados que todos devem ter na rede”;
  10. Cabe à gestão escolar disciplinar o uso institucional da Escola na internet por parte de professores e alunos que obtiverem permissão para fazê-lo, orientando quando necessário e zelando para que esse uso não seja impróprio, corresponsabilizando-se, nesses casos, por esse uso.

10 cuidados que o professor deve ter na rede

O professor não é visto apenas como uma pessoa, um funcionário da escola ou um profissional do ensino, ele é visto também como um ícone, um modelo de pessoa de bem e de profissional da educação zeloso por seus alunos e por sua escola. Exige-se do professor que a todo momento e em qualquer circunstância ele demonstre comportamentos éticos e morais elevados. Dessa forma, o professor exposto na rede é quase que proibido de ser uma pessoa normal.

Ainda que essa descrição de modelo de professor pareça injusta, imprópria e praticamente impossível, é assim que a sociedade o vê e é isso que ela lhe cobra quando quer puni-lo por sua humanidade.

Ao professor é fundamental cuidar-se ao se expor na rede. A lista abaixo procura relacionar 10 cuidados considerados prioritários, mas você pode e deve aumentá-la sempre que encontrar outro cuidado que julgar importante. Da mesma forma, os cuidados listados abaixo não garantem, por si só, que o professor que participa da rede deixe de enfrentar problemas devido a essa exposição.

  1. Diferencie o pessoal do profissional. O ideal seria que cada professor possuísse dois perfis na rede: um perfil pessoal, onde o professor não mantém nenhuma relação com seu trabalho (escola, professores e alunos) e, outro, onde tratasse apenas de questões profissionais (com a escola, com os colegas professores e com os alunos e seus responsáveis). Como isso é difícil de se conseguir na prática, a sugestão é que o professor procure manter um perfil só, mas relações distintas entre os contatos pessoais e os profissionais;
  2. As relações entre professor e aluno, na rede, devem procurar se manter estritamente profissionais (da mesma forma como devem ser mantidas em sala de aula). Nesse sentido o professor deve entender as redes sociais como uma extensão de sua sala de aula. Isso implica em um cuidado muito grande com a linguagem e as “atitudes” expressas no mundo virtual da internet;
  3. Entendendo que “redes sociais” abrangem blogs, microblogs, flogs, fóruns, grupos de discussão, galerias de imagens, comunidades virtuais e todos os demais meios de publicação e interação na internet, cabe ao professor zelar por sua imagem pessoal e profissional em todas essas redes e espaços interativos. Por exemplo, embora o professor possa considerar o seu blog pessoal como um espaço “seu”, não é dessa forma que a sociedade vê seu blog, ela o vê como “o blog do professor” e não do “fulano de tal”;
  4. Atividades pedagógicas desenvolvidas na internet devem atender ao pressuposto de que todos os alunos envolvidos possuem condições reais de acesso aos recursos necessários para levar a cabo essas atividades, principalmente se essas tarefas tiverem caráter avaliativo ou se implicarem em aprendizagens que não terão equivalentes na sala de aula presencial;
  5. O professor não deve usar a rede para promover qualquer tipo de comparação, classificação ou discriminação de alunos que possa causar constrangimento ao aluno, seus colegas de classe ou de escola, ainda que essas discriminações sejam positivas e tenham como intenção a motivação dos demais. Isso aplica-se em especial aos resultados de avaliações, trabalhos ou atividades regulares da escola;
  6. Cabe ao professor zelar pelo bom exemplo de uso da internet publicando, divulgando e compartilhando apenas materiais didáticos ou similares de qualidade, com direitos autorais livres ou cedidos pelo autor. Da mesma forma, cabe ao professor que está na rede orientar seus alunos sobre o uso responsável da internet como parte de um “currículo transversal” necessário à convivência, ao aprendizado e ao aprimoramento da cidadania do aluno;
  7. Em nenhuma hipótese o professor deve comercializar ou prestar serviços remunerados na internet para seus próprios alunos ou outros da mesma escola (salvo os casos de escolas privadas onde essa prática esteja prevista no contrato de matrícula);
  8. Ao expor-se nas redes sociais o professor deve ter em mente que poderá sofrer bulling por parte de um ou mais alunos, familiares dos alunos, ex-alunos ou grupos onde participam seus alunos. Não cabe à escola responsabilizar-se por esses atos, defender legalmente o professor ou dar-lhe garantias de defesa, bem como não cabe à escola se responsabilizar pela sanção a esses alunos nos casos em que a própria instituição não estiver envolvida diretamente. Sendo assim, cabe ao professor evitar essas provocações e tomar as medidas legais cabíveis quando for o caso. Eis aí, portanto, uma boa razão para o professor agir apenas profissionalmente em suas relações virtuais com os alunos;
  9. O professor não deve compartilhar o seu perfil pessoal na rede (conta de e-mail, blogs ou login de ferramentas web 2.0) com seus alunos, colegas ou outras pessoas. Nos casos em que se desenvolva um projeto conjunto com os alunos (como a criação de um blog para uma classe ou projeto, por exemplo) deve-se criar um novo perfil para cada projeto (conta de e-mail, login, etc.);
  10. O professor é responsável por todas as suas ações envolvendo o nome da escola ou seus alunos, mesmo que partam de iniciativas desvinculadas do planejamento escolar (como postagens em um blog próprio, a participação em grupos de discussão, etc.), cabendo a ele responder legalmente por seus atos (publicações, participações em debates, comentários em blogs, etc.). Pensando nisso é mais uma vez recomendável que se evite relacionamentos, comentários, publicações e interações virtuais não profissionais.

Não é melhor sair da rede então?

Não! Nem pense nisso!

A rede é para onde todos caminhamos inexoravelmente. A sala de aula tende naturalmente a se estender para fora do limite de suas paredes ou dos muros da escola. A questão relevante aqui é compreender que ao mesmo tempo em que a sala de aula extrapola seus limites físicos e temporais, as ações e responsabilidades do professor e da escola não podem extrapolar os limites do profissionalismo para se confundirem com relações pessoais.

Quando o professor “cai na rede” ele leva sua escola e seus alunos com ele, querendo ou não. Pois, diversamente do “mundo real”, onde a sala de aula tem paredes e as aulas têm horários fixos, no mundo virtual não há uma distinção clara sobre onde começa e onde termina o papel do professor.

Há muitas possibilidades de uso pedagógico das redes sociais, para muito além da mera expansão das relações sociais entre pessoas ou da interação professor-aluno. Nas referências e sugestões na internet (logo abaixo) seguem alguns links de materiais que tratam especificamente desses usos.

Além do mais, é possível se manter exposto na rede sem comprometimento negativo da imagem pública do professor e com ganhos efetivos no seu relacionamento com os alunos e nas sua práticas pedagógicas. É claro que esse “novo mundo” exige também novas aprendizagens, novas abordagens e novos riscos. Talvez porque na medida em que extrapolamos os muros da escolas nos deparemos com uma escola ainda maior: a escola da vida.

Referências e sugestões na Internet:

(*) Para citar esse artigo (ABNT, NBR 6023):

ANTONIO, José Carlos. O professor caiu na rede, e agora?,Professor Digital, SBO, 01 jul. 2012. Disponível em: <http://professordigital.wordpress.com/2012/07/01/o-professor-caiu-na-rede-e-agora/&gt;. Acesso em: [coloque aqui a data em que você acessou esse artigo, sem o colchetes].

 

 
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Publicado por em 24/07/2012 em Uncategorized

 

4 dicas para professores usarem tecnologia nas aulas

Normalmente, um aluno tem facilidade com certas matérias e dificuldade com outras. Por isso, use a tecnologia para chamar a atenação deles para assuntos que eles não gostam.

Os professores têm uma ferramente mágica a disposição deles: a tecnologia. Todos sabemos que computadores fascinam os alunos. Portanto, está mais do que na hora de aliar esse instrumento ao ensino.

Portanto, professores, confiram 4 dicas para usar tecnologia nas salas de aula:

1. Vídeos

Mesmo que você só tenha disponível um computador e um projetor, você já pode fazer ótimo uso dele. Se você é professor de português, mostre aos alunos paródias, audio-livros, fotos, figuras de autores famosos. A Internet é algo incrível, com conteúdo interessante e, até, engraçado. Que tal mostrar um vídeo ou algumas fotos para descontrair o final da aula e fixar o conteúdo?

2. Conexão com os interesses dos alunos

Permita que os alunos se conectem com os interesses deles durante as aulas. O que eles gostam de ver, estudar, conhecer? Deixe eles guiarem um pouco as aulas para que eles se sintam à vontade com você e com os seus ensinamentos. Depois, mostre a eles que eles também têm que aprender o necessário. Tente dosar um pouco mais as matérias. Não adianta ser rídigo demais, porque, desta forma, os alunos perdem o engajamento. Saiba quais são os interesses dos alunos pela tecnologia e ache um ponto em comum entre a sua matéria e eles. Afinal, este é o seu papel: fazer conexões. Use a tecnologia para ajudar você nesta tarefa.

3. Tarefas online

Vamos usar a retórica da obviedade. Se o aluno está cada vez mais online e cada vez menos no “papel”, onde deveriam estar as tarefas dos alunos: na web ou na apostila? Você pode ter certeza que na internet. Os alunos acham mais fácil, estão mais acostumados com a tecnologia. Se eles estão sempre conectados, por que não trazer a lição de casa pro mundo deles?

4. Sites visuais e micro-blogs

Uma forma de engajar estudantes é por meio de fotos. Por exemplo, nas aulas de redação, deixe-os adicionar fotos nas composições deles. Como já explicado na dica 3, no caso das aulas de português, peça para um aluno fazer um blog e colocar os trabalhos de escrita deles lá. Deixe-os colocar hiperlinks, imagens, podcasts, etc. Alie o Twitter, o Google e o Facebook à educação também.

 
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Publicado por em 23/07/2012 em Interessante

 

4 dicas para professores se adaptarem a educação online

Veja como proporcionar aos alunos o apoio necessário para que ele possa aprender de forma efetiva. Confira quatro dicas para professores de adaptarem a educação online.

educação online traz diversas oportunidades, tanto para trazer educação de qualidade ao alcance de um clique, quanto para formar uma comunidade global de aprendizes. O papel do educador dentro desse contexto é proporcionar aos alunos a segurança e apoio necessários para que ele possa aprender de forma efetiva e enriquecedora. Para isso, confira quatro dicas que separamos para que os professores se adaptem a educação online:

1. Comportamento

Os professores devem estar capacitados para que sua conduta profissional seja a melhor e mais apropriada resposta as perguntas dos alunos. Por exemplo, se os professores respondem os alunos com frases mal completadas, com gírias, os alunos irão entender que esse tipo de comportamento é aceitável em seus próprios trabalhos também.

2. Conhecimentos Online

A dinâmica da educação online é diferente e exige que os professores saibam ensinar além de suas matérias tradicionais. Eles devem estar capacitados para auxiliar os alunos com as ferramentas de ensino, indicar as melhores fontes e propor as lições de maneira que seus alunos não se tornem alienados por respostas prontas e compactas.

3. Motivação

Em cursos online a motivação é elemento chave para que professores e alunos sejam bem sucedidos. Mais do que nunca, os estudantes devem saber que estão trabalhando de maneira independente e que as responsabilidades de suas tarefas são completamente baseadas neles. O papel do professor nesse momento é motivar, cultivar, cobrar e orientar os alunos para que seus trabalhos sejam entregues na hora, para que os debates em fóruns sejam produtivos e não percam o foco e para que os alunos tenham certeza de que o aprendizado já está fazendo a diferença em seu cotidiano.

4. Problemas técnicos

Não é possível fugir dessa situação: quando um aluno tem problemas técnicos com a ferramenta ou plataforma de aprendizado ele irá recorrer ao professor para ajudá-lo. Os educadores devem estar capacitados para responder as questões básicas e ajudar os alunos para que não se sintam abandonados e desmotivados com o curso e a plataforma. Problemas técnicos são um dos principais motivos que levam à desistência, por isso é importante que a instituição de ensino também coloque à disposição profissionais capacitados para lidar com esse tipo de situação.

 
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Publicado por em 23/07/2012 em Interessante

 

100 maneiras de usar o Facebook em sala de aula

 

Há inúmeras maneiras de usar a rede social mais popular do mundo em sala. Veja 100 dicas para que suas aulas fiquem mais dinâmicas e conquistem seus alunos.

Facebook é a maior rede social do mundo: atualmente, conta com mais de 900 milhões usuários. Mesmo que você não tenha um perfil nela, deve perceber a popularidade em conversas com seus alunos e colegas. Os jovens inserem a internet em todas as áreas de sua vida, e costumam utilizar a rede inclusive para buscar conteúdos educacionais e ferramentas de aprendizado. Com o tempo, o Facebook tem aberto cada vez mais portas para que as escolas e professores possam usá-lo para melhorar a educação e, principalmente, a comunicação com seus alunos.

Aproveite 100 dicas e use o Facebook em sala de aula:

Facebook em sala de aula: dicas para utilizar os recursos do Facebook

1- Peça informações: Ao invés de utilizar a Wikipédia, procure por especialistas que tenham perfil na rede e possam ajudar você. Além disso, você pode se comunicar com os pais de seus alunos, especialmente quando forem menores, e pedir ou fornecer informações sobre eles.

2- Veja vídeos-aula: Diversas universidades de vários países diferentes disponibilizam vídeos de aulas ou palestras em suas páginas online.

3- Museus: Indique páginas de museus, galerias de arte e exibições para que seus alunos possam enriquecer ainda mais o uso do Facebook e entrem em contato com diferentes conteúdos educacionais.

4- Contato pessoal: os estudantes podem entrar em contato com parentes distantes para fazer pesquisas genealógicas ou com personalidades locais para discutir matérias tratadas em sala de aula.

5- Falar com autoridades: Políticos, governantes e outras instituições também podem ser contatadas pelos alunos para despertar a participação política e o ensino de valores de cidadania e democracia.

6- Jogos Educacionais: Muitos dos jogos disponíveis no Facebook são educacionais. Você pode estabelecer metas e fazer um campeonato interno entre os alunos.

7- Pesquisas: É comum que os professores solicitem entrevistas ou pesquisas com o público aos estudantes. Você pode levar essa pesquisa para a rede social e aumentar ainda mais o alcance da investigação.

8- Aplicativos: O Facebook disponibiliza várias ferramentas que você pode adotar para aumentar a dinâmica em sala de aula.

Facebook em sala de aula: dicas para projetos e tarefas

9- Desafios: Como em uma classe, você pode participar de desafios, competições e gincanas feitas por instituições educacionais e outras companhias.

10- Livros: peça para que os alunos compartilhem no Facebook suas opiniões e análises sobre os livros que você pediu para lerem.

11- Consiga apoio: Se sua escola está passando por uma restrição de recursos você pode divulgar as causas no Facebook e procurar por recursos e apoios, seja financeiro ou não.

12- Nota extra: Organize uma pequena gincana com os alunos e passe atividades relâmpago pela rede social para que eles realizem dentro de um prazo limitado. Além disso, você pode postar atividades extras, sem que haja limitação de tempo ou gincana.

13- Notícias: Se você for professor de geografia, por exemplo, e estiver tratando de geopolítica, pode pedir aos alunos que reúnam as principais matérias sobre o tema e compartilhem em suas páginas para gerar discussões e debates. As mais comentadas poderão virar assunto em sala de aula para maior desenvolvimento.

14- Documentar: Em aulas de biologia onde os alunos estudam o desenvolvimento das plantas, você pode montar um projeto de documentação desse projeto. A cada dia, ou uma vez por semana, o aluno conta sobre sua plantinha e como ela está se desenvolvendo.

15- Habilidades: use o Facebook para ensinar habilidades como fazer contatos e colaborações.

16- Fazer aplicativos: alunos de ciências da computação ou informática mais avançada podem desenvolveraplicativos para a escola dentro da rede social.

17- Criar conteúdos: No Facebook, é muito fácil criar e compartilhar conteúdos. Peça aos seus alunos que desvendem essas ferramentas e as utilizem para aplicar as matérias aprendidas em aula.

18- Causas: a rede social possibilita a criação de grupos para defender causas. Estimule seus alunos para que se reúnam e façam um movimento, projeto, etc. Eles podem procurar por problemas nas áreas em que vivem ou ao redor da escola.

19- Brainstorm: os estudantes podem usar a página da escola ou o grupo da sala para ter ideias e fazer reuniões online de brainstorm.

20- Diários: os alunos podem postar anotações de seus diários online e dividi-los com a classe e seus amigos.

21- Caça ao tesouro: desenvolva uma gincana com a sala. Faça um caça ao tesouro online e divida a turma em grupos.

22- Clube do livro: fomente a leitura por meio da criação de clubes do livro online.

23- Etiqueta online: dê dicas e instruções sobre como se comportar online, segurança na internet, como evitar fraudes e golpes, como funciona a polícia em crimes cibernéticos e como denunciar possíveis abusos e outros crimes online.

24- Galeria online: os alunos podem reunir diversos conteúdos, artísticos ou não, e desempenhar o papel de curadores a partir de determinado tópico.

25- Exercícios: em épocas de prova, você pode postar exercícios e atividades para que os alunos pratiquem os conteúdos que serão cobrados.

26- Perfis falsos: em aulas de história, por exemplo, você pode pedir que os alunos criem perfis falsos de personagens históricos, como Napoleão Bonaparte.

27- Resumos: ao pedir a leitura de livros ou textos mais extensos, solicite aos alunos que postem online resumos sobre as obras ou críticas e análises.

28- Notícias da escola: peça aos alunos que sirvam como fontes de notícias e postem na página da escola ou da sala quais são os próximos eventos ou provas. Você pode separar uma pessoa específica para essa função.

Facebook em sala de aula: dicas de compartilhamento

29- Transfira o blog: se sua sala possui um blog, transfira-o completa ou parcialmente para o Facebook. Dessa forma, os alunos poderão compartilhar os conteúdos de maneira mais interativa e prática.

30- Envolva os pais: Não são apenas os estudantes que podem se envolver nos projetos. Compartilhe as iniciativas com os pais e responsáveis dos alunos, reforçando ainda mais a relação e responsabilidade dos pais com a educação dos filhos.

31- Dia do bichinho: Para descomplicar uma situação presencial, você pode fazer o “Dia do bichinho de estimação” online. Peça aos alunos que enviem fotos de seus animais e algumas informações, com histórias curiosas sobre eles.

32-Vídeos: você pode armazenar vídeos de aulas, palestras ou outros conteúdos relevantes para criar uma videoteca virtual acessível para os alunos e pais.

33- Álbuns de fotos: Quando houver passeios ao zoológico ou outros locais, você pode criar álbuns com as fotos da excursão e compartilhar com os estudantes.

34- Vocabulário: Você ou toda a sala (organize um cronograma primeiramente) podem postar palavras diferentes ou difíceis com as definições para aprimorar o vocabulário da turma.

35- Gráficos: peça aos pais e/ou alunos que compartilhem informações sobre seus hábitos e características pessoais ou preferências. A partir disso, você pode criar gráficos informativos que servem de apoio para as aulas.

36- Perguntas: O Facebook disponibiliza a ferramenta de perguntas, que pode ser muito útil, tanto para os alunos quanto para os professores. Você pode criar enigmas ou deixar o aplicativo disponível para que os alunos tirem dúvidas online.

37- Outros arquivos: você pode armazenar fontes, links úteis, apresentações em PowerPoint no grupo da sala ou na página da escola.

38- Conteúdo educacional: conteúdos que estão sendo tratados na sala podem ser enriquecidos com outras informações online, como vídeos-aula, etc.

Facebook em sala de aula: dicas de colaboração e discussão

39- Feedback: se você tem ideias para atividades ou tarefas diferentes e gostaria de saber a opinião dos alunos, peça que eles compartilhem online.

40- Escrita colaborativa: Você pode montar uma atividade de escrita colaborativa onde cada aluno faz parte do texto. O resultado pode ser um pequeno livro ou apostila.

41- Canal: para públicos maiores, você pode organizar uma fórum de discussão em tempo real, enquanto os conteúdos são transmitidos em sala ou depois.

42- Idiomas: conecte seus estudantes com pessoas de todo mundo. Se você é professora de inglês ou espanhol e possui amigos do exterior que falam essas línguas, organize bate papos para que os estudantes possam praticar os idiomas.

43- Participação: para alunos que são mais tímidos ou não gostar de falar em público, você pode organizar atividades de participação online, onde eles se sintam mais a vontade para interagir.

44- Grupos de estudo: os alunos podem montar grupos online das equipes de trabalho ou de estudo para se organizarem mais facilmente.

45- Opinião: você irá fazer uma sessão de cinema ou alguma outra atividade e possui várias opções de escolha de filme? Peça aos alunos que escolham em uma pesquisa online.

46- Estudantes formados: procure os perfis de alunos que já estão formados para que compartilhem suas experiências acadêmicas e profissionais com os alunos.

47- Notas: nessa ferramenta, os alunos podem compartilhar os trabalhos ou textos e receber a opinião dos colegas e dos professores.

48- Mundo: faça um intercâmbio online com alunos de outros países ou regiões, compartilhe atividades e experiências.

49- Outros professores: discuta essas ideias em grupos de professores, seja da mesma escola ou área de ensino.

50- Ajuda na lição: os estudantes podem ajudar uns aos outros por meio dos grupos de Facebook, com a sua supervisão para evitar plágios ou outros erros.

51- Palestras: encontre especialistas ou outros palestrantes para que tragam conteúdos relevantes para a sala de aula, seja online ou presencialmente.

Facebook em sala de aula: dicas de organização

52- Eventos: deixe os alunos informados e disponibilize um calendário online.

53- Grupos: se você é professor de diversas classes, organize essas turmas em grupos diferentes.

54- Aniversários: Use o Facebook como lembrete de aniversários, feriados e outras comemorações.

55- Relacionamento: em salas maiores pode ser mais difícil se relacionar com cada estudante em particular. Você pode aproveitar o ambiente online para conhecer melhor seus alunos.

56- Mantenha-s atualizado: Seus e-mails podem ser ignorados, mas você pode manter o controle de quem leu seus recados pedindo aos alunos de “curtam” aquilo que você postar.

57- Reconhecimento: quando uma classe ou aluno alcança alguma meta ou resultado relevantes você pode dar reconhecimento e motivação online para que todos se sintam considerados.

58- Recados: Ao invés de distribuir recados e autorizações em papel, disponibilize-os online e peça aos pais que imprimam em casa, garantindo maior retorno.

59- Debates: Se você não tem tempo suficiente para continuar um debate em aula, leve-o para o grupo da sala online e continue a discutir as ideias.

60- Avisos urgentes: caso ocorra algum imprevisto, você pode comunicá-lo para pais e alunos, tanto na página da escola quanto no grupo da sala.

61- Fique de olho: Alunos que não entregam a lição por que ficaram sem internet podem ser avaliados de acordo com o histórico no Facebook.

62- Mapa: em aulas de geografia, peça aos alunos que compartilhem fotos, informações e mapas de seus locais preferidos.

63- Pais: os pais podem manter-se conectados para saber o que acontece em aula e quais são as próximas provas ou projetos.

64- Provas: pergunte aos alunos como eles acham que foram nas provas e quais suas opiniões sobre as questões levantadas nos testes.

65- Atualizações: Durante trabalhos ou projetos, você pode se manter atualizado sobre o desempenho dos alunos, perguntando como eles estão e quais são as principais dificuldades encontradas.

66- Participação em aula: Aumente a interação e permita que os alunos façam observações, comentários e perguntas online durante a aula.

67- Carreira: conecte os alunos com pessoas especializadas em treinamento profissional e de carreira e com outros profissionais das áreas que eles desejam seguir depois da escola.

68- Recursos: Use a página no Facebook para levantar recursos para passeios ou outros projetos.

69- Páginas para os pais: é uma excelente oportunidade de conectar pais e professores de maneira prática e eficiente, sem burocracias.

70- Interesses: Encontre quais são as novas tendências e interesses dos alunos e procure inseri-los em classe para aumentar o envolvimento.

71- Concursos: envolva os alunos em concursos que coloquem em prática os conteúdos aprendidos na aula. Você pode permitir que estudantes de outras turmas ou de fora da escola também participem.

72- Lembretes: alunos ausentes podem ser lembrados das aulas e atividades para que não percam notas.

73- Assuntos: preste atenção nas conversas e debates online (não apenas da sala, mas em geral) por que estes botem gerar assuntos para discussão em sala de aula.

74- Prazos: Mesmo disponibilizando calendários você pode lembrar os alunos com recados sobre as próximas entregas.

75- Livros: Marque livros para download que os alunos podem utilizar para leitura complementar ou obrigatória.

76- Instruções: deixe instruções para trabalhos disponíveis online para consulta.

77- Celebre: quando determinados projetos forem finalizados, você pode celebrar o desempenho da sala ou determinado grupo ou pessoa.

Facebook em sala de aula: dicas de aplicativos e grupos

78- Cursos: esse aplicativo permite a administração de cursos no Facebook.

79- CiteMe: os alunos podem usar esse aplicativo para fazer citações de maneira adequada.

80- Booktag: Compartilhe livros e peça que os alunos comentem nesse aplicativo.

81- Universidades: as universidades possuem páginas online que facilitam o acesso de futuros estudantes e informações.

82- Calendar: esse é o aplicativo que permite a criação de calendários online.

83- Knighthood: Esse jogo promove a prática da leitura de maneira divertida e dinâmica.

84- Mathematical Formulas: os professores de matemática podem passar esses recursos para os alunos estudarem fórmulas e soluções.

85- Sebos: procure por grupos de sebos ou outras lojas para que os alunos possam adquirir materiais mais baratos.

86- Webinairia: capture vídeos para sua aula.

87- JSTOR Search: artigos e conteúdos acadêmicos podem ser procurados nesse aplicativo.

88- Homework Help: esse aplicativo oferece ajuda para alunos em suas lições de casa. Por ser em inglês, pode ser usado nas tarefas de inglês.

89- Word of the Day: use essa ferramenta como fontes para encontrar palavras ou dias históricos e compartilhar com os alunos.

90- Zoho Online Office: Compartilhe e armazene documentos nesse aplicativo.

91- Notely: Muito bom para fins educacionais, ele é usado para organizar documentos e notas.

92- Language Exchange: ajuda seus alunos a se conectarem com línguas estrangeiras e praticarem.

93- Typing Test: aplicativo que ajuda os estudantes a desenvolver suas habilidades de digitação.

94- Quiz Monster: essa ferramenta ajudar você a montar questionários online.

95- Grupos de estudo: esse aplicativo foi desenvolvido para criar o ambiente perfeito para grupos de estudo.

96- Notecentric: encoraje os alunos a fazer e compartilhar anotações usando esse aplicativo.

97- Slideshare: compartilhe apresentações, documentos, fotos e outros conteúdos por meio dessa ferramenta.

98- WorldCat: Essa ferramenta permite que você faça pesquisas, partilhe fontes e mais.

99- Hey Math! Challenge: Esse aplicativo ajuda os alunos a entender conceitos de matemática mais complexos.

100- Flashcardlet: Com essa ferramenta você criar seus próprios cartões de estudos para que os alunos usem na hora dos estudos.

Aproveite!

 
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Publicado por em 23/07/2012 em Interessante